Um adepto benfiquista que passe hoje os olhos pela equipa de Jorge Jesus é capaz de sofrer de imediato um ataque de pânico.
Roberto é “aquele” guarda-redes. Maxi termina contrato em 2012 e tem-se recusado a renovar. Luisão já vai nos 30 anos. Jardel parece bom rapaz. Fábio Coentrão está de saída. Javi García não é o mesmo da época anterior. Salvio é do Atlético Madrid. Carlos Martins não faz esquecer Aimar. Gaitán tem dias. Cardozo está no fim da linha. Saviola evaporou-se. Os “reforços” Fernández e Carole são… o que são.
No último jogo, em Braga, o banco do Benfica era este: Moreira, Airton, Jara, Roderick, Felipe Menezes, Sidnei e Kardec. O quadro, de facto, não é animador. Mesmo assim, o presidente Luís Filipe Vieira mantém a confiança em Jorge Jesus – e é isso que vai reforçar na segunda-feira, ao vivo e a cores, quando finalmente falar na Benfica TV.
Um adepto portista que passe os olhos pela equipa de André Villas-Boas fica com a certeza de que vai poder continuar a dormir descansado nos próximos tempos. Helton personifica a segurança. Sapunaru está como o aço. Rolando é cobiçado pela Juventus. Otamendi parece uma muralha. Alvaro Pereira um maratonista. Fernando é omnipresente. Guarín cospe fogo.
Moutinho está a fazer a melhor época de sempre. Varela é talento explosivo. Hulk é um monstro. Falcão é tudo. No último jogo, em Vila-Real, o banco do FC Porto era este: Beto, Maicon, Sereno, Walter, James Rodríguez, Souza e Ruben Micael. O quadro não podia ser mais favorável. Mesmo assim, o presidente Pinto da Costa – já com o título de campeão nacional recuperado e com as finais da Taça de Portugal e da Liga Europa para disputar – não está satisfeito. Vai avisando que André Villas-Boas, Hulk e Falcão são para ficar no Dragão e ainda lhes acrescenta craques como Iturbe, Kelvin e Kléber, já garantidos para 2011/12.
Este é o resultado de dois modelos de gestão com marcadas diferenças. Nem é preciso perguntar para se saber quem, no FC Porto, valida qualquer contratação. No Benfica, pelo contrário, os responsáveis demitiram-se das suas responsabilidades e ficaram na mão de Jesus, que lhes tinha oferecido um título e prometido o céu. Conclusão, deram-lhe tudo e ficaram sem nada.
Roberto é “aquele” guarda-redes. Maxi termina contrato em 2012 e tem-se recusado a renovar. Luisão já vai nos 30 anos. Jardel parece bom rapaz. Fábio Coentrão está de saída. Javi García não é o mesmo da época anterior. Salvio é do Atlético Madrid. Carlos Martins não faz esquecer Aimar. Gaitán tem dias. Cardozo está no fim da linha. Saviola evaporou-se. Os “reforços” Fernández e Carole são… o que são.
No último jogo, em Braga, o banco do Benfica era este: Moreira, Airton, Jara, Roderick, Felipe Menezes, Sidnei e Kardec. O quadro, de facto, não é animador. Mesmo assim, o presidente Luís Filipe Vieira mantém a confiança em Jorge Jesus – e é isso que vai reforçar na segunda-feira, ao vivo e a cores, quando finalmente falar na Benfica TV.
Um adepto portista que passe os olhos pela equipa de André Villas-Boas fica com a certeza de que vai poder continuar a dormir descansado nos próximos tempos. Helton personifica a segurança. Sapunaru está como o aço. Rolando é cobiçado pela Juventus. Otamendi parece uma muralha. Alvaro Pereira um maratonista. Fernando é omnipresente. Guarín cospe fogo.
Moutinho está a fazer a melhor época de sempre. Varela é talento explosivo. Hulk é um monstro. Falcão é tudo. No último jogo, em Vila-Real, o banco do FC Porto era este: Beto, Maicon, Sereno, Walter, James Rodríguez, Souza e Ruben Micael. O quadro não podia ser mais favorável. Mesmo assim, o presidente Pinto da Costa – já com o título de campeão nacional recuperado e com as finais da Taça de Portugal e da Liga Europa para disputar – não está satisfeito. Vai avisando que André Villas-Boas, Hulk e Falcão são para ficar no Dragão e ainda lhes acrescenta craques como Iturbe, Kelvin e Kléber, já garantidos para 2011/12.
Este é o resultado de dois modelos de gestão com marcadas diferenças. Nem é preciso perguntar para se saber quem, no FC Porto, valida qualquer contratação. No Benfica, pelo contrário, os responsáveis demitiram-se das suas responsabilidades e ficaram na mão de Jesus, que lhes tinha oferecido um título e prometido o céu. Conclusão, deram-lhe tudo e ficaram sem nada.





















