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27 novembro 2011

Mensagem do Presidente


Obrigado a todos pela entrega e pelo exemplo!

Tinha pedido na sexta-feira, em Portalegre, para repetir Manchester, desta vez no nosso estádio. Um desejo concretizado e que devo, uma vez mais, agradecer.

Todos aqueles que estiveram, ontem, na Luz têm uma grande responsabilidade no sucesso da equipa. Mais uma vez foram de uma entrega e de uma dedicação inexcedíveis. Para os bons e maus momentos, os sócios são a razão de ser deste Clube. Ontem, isso ficou, mais uma vez, bem demonstrado.

Quanto ao resto, vamos ignorar e passar ao lado de quem pouco se importa com as consequências das suas irresponsáveis palavras e atos. Nós vamos continuar, como até aqui, a preocuparmo-nos apenas connosco, com aquilo que devemos fazer a cada dia sem olhar para o lado.

O jogo de ontem já passou, agora temos de começar a preparar os próximos jogos, na certeza de que ainda temos um longo caminho a percorrer e de que ainda não ganhámos nada. Se formos sérios teremos sucesso, se pensarmos só em nós estaremos mais próximos de atingir as nossas metas.

Obrigado a todos pela vossa entrega e pelo vosso exemplo!

Luís Filipe Vieira

25 novembro 2011

Mensagem do Presidente


Obrigado a todos!

Algumas horas depois do nosso apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões, senti necessidade de expressar publicamente o meu agradecimento aos milhares de adeptos e sócios do Sport Lisboa e Benfica que ontem, em muitos momentos do jogo, nos fizeram duvidar se estávamos a jogar em Manchester ou na Luz.
Quero agradecer-lhes o esforço, o exemplo e, acima de tudo, a forma como durante todo o jogo apoiaram a equipa. São momentos como este, e não falo sequer do resultado desportivo, que me fazem sentir um tremendo orgulho por liderar este Clube.

É um orgulho ser presidente de um Clube com uma massa associativa que consegue fazer o que ontem fizemos em Manchester. Obrigado a todos os que estiveram no estádio, obrigado pela forma como sempre “empurraram” a equipa, obrigado por deixarem bem claro em Manchester a imagem do Clube que somos!

Luís Filipe Vieira

03 janeiro 2011

SLBenfica - Maritimo . Fotos


Taça da Liga

SLBenfica 2 - 0 Maritimo




















08 setembro 2010

O poder da esquerda

O bom desempenho do Benfica em 2009/10 ficou a dever-se, em grande parte, às ações de Angel di María e Fábio Coentrão – o argentino e o português foram os melhores assistentes do campeonato, com 11 e 7 passes para golo, respetivamente. O sul-americano transferiu-se para o Real Madrid, Nicolás Gaitán rendeu-o e, nesta fase da época, a esquerda continua a reivindicar o poder na estratégia. Essa influência avalia-se, por exemplo, no número de cruzamentos.
Na estratégia de Jorge Jesus, que privilegia a utilização de um ponta-de-lança, as alas assumem papel relevante. Nesse capítulo, os canhotos não têm deixado os créditos por mãos alheias. De acordo com as estatísticas da Liga, o 18 surge destacado dos companheiros, com 17 centros. Já o sucessor de Di María conta 12, menos quatro do que Aimar. A propósito, o Benfica está, a par do Olhanense, na 2.ª posição das equipas com mais centros (98), atrás de Rio Ave (101).
Insuficiente

Os números não mentem. Três dos cinco golos obtidos pelos campeões nacionais foram construídos pelos dois esquerdinos: frente à Académica, Coentrão serviu Jara; na receção ao V. Setúbal, Gaitán assistiu Cardozo e fez o centro que haveria de terminar com o remate de Aimar.

Pedro Henriques, antigo lateral-esquerdo do Benfica e hoje comentador, frisa que o atual camisola 20 “é um jogador diferente” do antecessor. “O Di María era um jogador muito rápido. Coletivamente, quando o Benfica sentia dificuldades, era ele quem desequilibrava. Isso notou-se mais na fase final da época”, lembra, sustentando que “ter apenas Gaitán não é suficiente” para uma época exigente.

Para Pedro Henriques e Álvaro Magalhães, outro antigo lateral-esquerdo dos encarnados e hoje treinador do Inter, de Luanda, a dinâmica desta ala deve-se ao bom momento de Coentrão e à facilidade com que se adaptou ao lugar de lateral . “Aprendeu bem os movimentos defensivos. Destaco o vaivém dele. Sobe, mas sabe quando tem de voltar atrás. Dificilmente lhe ganham as costas”, sublinha Pedro Henriques.