Neste blog utilizo textos e imagens retiradas de diversos sites na web. Se os seus autores tiverem alguma objecção, por favor contactem-me, e retirarei o(s) texto(s) e a(s) imagem(ns) em questão.
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12 março 2011

Até quando?

Condicionamento do árbitro na semana anterior; violência e intimidação constantes desde as bancadas, com cuspidelas, arremesso de isqueiros, moedas e bolas de golfe, além dos tradicionais cânticos insultuosos; reiteradas provocações dos jogadores em campo, com entradas violentas e simulação de agressões;reacções acaloradas a cada lance, quer no relvado, quer no banco, procurando desestabilizar e desconcentrar a equipa adversária. Tudo isto se viu, uma vez mais, em Braga. Tudo isto configura um autêntico manual de como ganhar um jogo fora das quatro linhas. Tudo isto passou, uma vez mais, impune.
Não é preciso ser muito imaginativo para perceber a que fonte foi o Sp.Braga beber esta forma de actuar. Pode dizer-se que aprendeu depressa, pois, na verdade, o clima que cria a cada visita do Benfica só encontra paralelo no estádio daquele que é o seu principal aliado, e, ao que parece, sua referência espiritual.
Uns, tal como outros, não jogam futebol. Jogam ódio, jogam sentimentos de inferioridade, jogam complexos provincianos, e, sejamos justos, sabem-no fazer na perfeição.
Choca-me particularmente o que se passa nas bancadas. Não se trata de atitudes individuais. É sim uma cultura de clube, arquitectada e interpretada por gente sem nível. É algo que nada tem a ver com desporto, e a que urge pôr fim. Há seguramente adeptos do Sp.Braga (bem como do FCPorto), que não se revêem neste tipo de atitudes. Lamentavelmente não tenho a certeza de que ainda os possamos tomar como regra. Mais do que um problema futebolístico, há aqui um problema social, cultural e de polícia.
A comunicação social não está isenta de culpas. Por medo ou subserviência, confunde isenção com branqueamento, e continua a tratar como entidades de bem, clubes que, mau grado a sua história, se assemelham hoje a bandos odientos de párias e malfeitores. Será preciso que uma bola de golfe atinja mortalmente um jogador para que isto termine? A cada deslocação ao norte, vou perdendo a esperança que as coisas se modifiquem de outro modo.

22 janeiro 2010

Jornal "O Benfica"

15 janeiro 2010

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08 janeiro 2010

Consenso nos balanços e previsões



Por José Jorge Letria in O Benfica

O ano de 2009 terminou com balanços e 2010, como não podia deixar de ser, começou com previsões. Esta prática nada encerra de novo, pois o ser humano, quando é confrontado com o tempo vivido e o tempo por viver, desde que seja em momentos de viragem, tende sempre a pensar no que fez e no que ainda pode e deve fazer. É saudável que assim aconteça.
Notório é o facto de, mesmo aqueles que o fazem contrariados, terem reconhecido que uma marca incontornável do ano findo foi a afirmação do Benfica como a equipa com melhor futebol praticado e, por esse motivo, a mais forte candidata à conquista do título. Esse consenso só vem reforçar a responsabilidade do clube e fortalecer a confiança dos que lutam pela vitória.
Marca incontornável do ano findo foi a afirmação do Benfica como a equipa com melhor futebol praticado...
Alguém disse em tempos, referindo-se à política, que mais importante que a realidade é a percepção que se tem dela. De tal modo assim é que a percepção se torna mais forte e mobilizadora que os próprios factos. Nesse sentido, pode afirmar-se que até a percepção geral joga a favor do Benfica, fazendo soprar os ventos de bons augúrios na direcção da Luz.
Apesar disso, mesmo com os reforços cuja chegada se saúda, toda a prudência é pouca e todo o bom senso é recomendável. Tornando nossos os argumentos que outros usam com uma frequência já insuportável, há quem tudo esteja disposto a fazer para que o Benfica não seja campeão, apesar da dinâmica de esperança e de confiança que se encontra instalada. Vai aumentar o nervosismo, vão surgir provocações e ataques, vai-se jogar para fazer doer, mas o Benfica tem de estar preparado para lidar com essa situação. A conquista do título, apesar de ter a força de uma quase evidência, ainda não é um assunto resolvido. Mas, quando for, acredito que até para o País vai ser bom, pois, como dizia há meses um grande nome do mundo do futebol, quando o Benfica ganha Portugal mexe.


27 dezembro 2009

Jornal "O Benfica"

18 dezembro 2009

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11 dezembro 2009

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04 dezembro 2009

Jornal O Benfica

26 novembro 2009

Jornal O Benfica




7.º aniversário
Fomos, somos e seremos o farol!

Mais do que um Jornal, somos missão! Nos bons, mas essencialmente nos maus momentos, naqueles em que urge uma orientação, uma luz que recorde, ilumine e guie... somos pilar, o farol deste imenso mar vermelho!

E já lá vão 67 anos! Até parece que foi ontem que pela primeira vez chegámos às mãos dos nossos leitores, mas desde então até aos nossos dias foram já muitas as histórias e «estórias» que vivemos e contámos juntos! Estivemos sempre presentes, lado-a-lado, outras até um pouco à frente, servindo de guia, pilar, autêntico farol deste imenso mar vermelho!

Dos primeiros números, datados do final do ano de 1942, até ao actual, que agora tem nas mãos, há algo que nunca mudou, pois é essa a nossa missão, o motivo de sermos a defesa intransigente, contra tudo e contra todos, da Instituição, do nosso Sport Lisboa e Benfica!

É essa, a nossa luta, a nossa missão vem desde o momento em que nascemos, pois já o motivo da nossa fundação se prendeu com uma «batalha» de então, nomeadamente, contra o panorama informativo vigente na década de 40, cujos órgãos de comunicação se recusavam a dar notícias acerca do movimento atlético que na altura justificava –e de que maneira! – algum mediatismo! Mais, quando estes órgãos se dignavam a noticiar eventos desportivos, muitas das vezes, o Benfica era esquecido ou então prejudicado nas análises efectuadas! É que há coisas que nunca mudam... e nós nascemos para as mudar! E assim foi... desde então acompanhamos e vivemos o Benfica em todas as suas vertentes, desde o movimento ecléctico e associativo aos feitos de todas as nossas equipas!

Texto: Sónia Antunes
Leia mais na edição do Jornal “O Benfica” in here

20 novembro 2009

Jornal "O Benfica"

15 novembro 2009

Crónica de José Jorge Letria



O Benfica ao som dos Beatles

Por José Jorge Letria in O Benfica

O Benfica foi jogar com o Everton a Liverpool. Os mais velhos, na cidade dos Beatles, ainda se lembram da genialidade de Eusébio no Mundial de 1966. Quem viveu essa época nunca a esqueceu.
Recordo-me de ter estado no início desta década em Liverpool, quando a cidade iniciava a preparação da sua candidatura a Capital Europeia da Cultura, sonho que concretizou com êxito no ano passado.
À semelhança de Bilbau, foi uma das cidades europeias que, na década de oitenta, entraram em crise devido ao declínio da actividade portuária tradicional. Mas conseguiu superar a crise apostando na cultura e criando o magnífico Maritime Museum, recebendo a Tate Gallery e investindo na marca imbatível que é o conceito “The City of the Beatles” (a cidade dos Beatles). Apostou e ganhou em toda a linha. Quem vai ver bons jogos de futebol, também visita os locais que os Beatles mitificaram, desde o “pub” “The Cavern”, até ao Stawberry Fields, nas imedia- ções da casa onde Lennon cresceu.
O nome do Benfica, que nunca deixou de ser respeitado por um passado brilhante, voltou agora
a ser temido
Liverpool orgulha-se desse passado recente, ainda tão vivo, audível e presente, como se orgulha do historial do Everton. Só que tudo isso não bastou para evitar que o Benfica em dois jogos marcasse sete golos, saldo invulgar em competições internacionais. Mas foi o que aconteceu e foi o que se viu. E o que se viu foi uma equipa com talento e energia bastantes para superar pequenos desaires e não perder de vista os objectivos estratégicos que se propôs atingir para coroar esta temporada.
O nome do Benfica, que nunca deixou de ser respeitado por um passado brilhante, voltou agora a ser temido, com ou sem a música dos Beatles em fundo. Depois vejo Aimar a entrar em campo e lembro-me da perfeição atingida pela dupla Lennon - MacCartney. A explicação para essa inesperada mas justificável associação talvez esteja no binómio talento - harmonia. É assim que o bom futebol às vezes se aproxima da boa música, porque ambos, afinal, são arte.


08 novembro 2009

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25 outubro 2009

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17 outubro 2009

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03 outubro 2009

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26 setembro 2009

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18 setembro 2009

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11 setembro 2009

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05 setembro 2009

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